segunda-feira, junho 27, 2022
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Acusada de expôr Klara Castanho, Antonia Fontenelle se pronuncia

Antonia Fontelle rebateu as críticas que vem recebendo na web desde a exposição do caso da atriz Klara Castanho. Na ocasião, a apresentadora citou o caso de uma atriz da Globo que engravidou e deu o filho para a adoção.

A declaração repercutiu bastante nas redes sociais e, horas depois, Klara Castanho se pronunciou por meio de uma carta aberta, confirmando a informação. No entanto, a atriz detalhou que foi vítima de estupro e, por isso, não ficou com a criança.

Ainda no sábado (25), Antonia Fontelle rebateu as críticas e ainda chamou a história de “monstruosa”. Ela argumenta que não citou nomes em sua declaração. “Gostaria de saber por que estão tão revoltadinhos comigo, me atacando por eu ter tido a coragem de mencionar uma história que, ao meu ver, é monstruosa, porém virou banal”, iniciou.

“Eu me preocupo com vidas de inocentes, e luto por elas. E, por último, estou vendo alguns veículos de imprensa citando nomes e ligando a mim. Cuidado pois não fui eu quem citou nomes, minha Live tá lá pra quem quiser ver”, enfatizou.

Sobre o caso de Klara Castanho, a apresentadora volta a criticar a atriz. “O nome disso é abandono de incapaz”, finalizou.

Branco Mello volta aos palcos após tratamento contra o câncer

Branco Mello, de 60 anos de idade, baixista e vocalista do Titãs, está de volta aos palcos após o tratamento contra o câncer. A notícia foi comemorada pelo colega de banda Sérgio Britto, 62, no Instagram, na última sexta-feira (24).

“Hoje é um dia muito especial! A volta definitiva do Branco Mello aos palcos!!”, escreveu Sérgio, em uma foto da dupla com o guitarrista Tony Bellotto, de 61 anos. 

Branco teve alta em dezembro após passar 32 dias internado devido a uma cirurgia para retirar um tumor na hipofaringe.

Globo corta Elizangela de novela após atriz recusar vacina

A atriz Elizângela não vai atuar em Travessia, próxima novela das nove. Ela foi cortada do folhetim após se recusar a tomar a vacina contra a Covid-19.

Segundo informações do colunista Gabriel Perline, do iG, ela recebeu o convite pessoal da autora Gloria Perez. Mas, como não se imunizou, não poderá atuar na novela que substitui Pantanal. As informações foram confirmadas pelo empresário da artista.

Vale lembrar que, em janeiro, Elizangela foi internada em estado grave no Hospital Municipal José Rabello de Mello, no Rio de Janeiro, por sequelas respiratórias da Covid-19. 

Juliette emociona multidão em Campina Grande

Agora como cantora e principal atração do São João de Campina Grande desta sexta-feira (24), Juliette foi a estrela da Arena Brahma. Abrindo o show dizendo “Meu nome é Juliette, sou filha de Campina Grande e essa é a minha casa”, ela cantou a emoção de retornar para a sua cidade natal com a música ‘De volta pro Meu Aconchego’, de Elba Ramalho.

O reperório foi marcado por clássicos da música nordestina, como ‘Coração Bobo’, ‘Frevo Mulher’ e ‘Asa Branca’, complementadas por canções autorais da cantor.

A programação do São João de Campina Grande segue até o dia 10 de julho. Neste sábado (25), Israel e Rodolffo, Vitória Freitas, Felipe Alcântara e Biliu de Campina se apresentam na Arena Brahma.

Daniel de Oliveira e Sophie Charlotte fazem rara aparição juntos

Os atores Daniel de Oliveira e Sophie Charlotte fizeram uma rara aparição pública. Sempre discretos com vida amorosa, os dois posaram juntos no show do Caetano Veloso em São Paulo.

Eles são casados desde 2015 e são pais de Otto (6). Ele também é pai de Raul (14) e Moisés (11), frutos do antigo relacionamento com Vanessa Giácomo (39).

Após ser acusado de adultério, presidente da Assembleia de Deus renuncia ao cargo

O pastor Gedeão Granjeiro, presidente da Assembleia de Deus Tradicional no Estado do Amazonas, renunciou ao cargo após ter sido acusado por um fiel de ter cometido adultério.

Esta semana viralizou na internet um vídeo onde um fiel acusa o pastor de adultério durante o culto da última segunda-feira (20). Ele sobe no altar mas é impedido de falar, então usa alto falante de corneta e faz as denúncias.

De acordo com o irmão que não foi identificado, o religioso mantinha um caso extraconjugal com uma mulher há pelo menos 5 anos.

Após a repercussão do vídeo, segundo informações do Portal Assembleianos de Valor, o pastor Gedeão se pronunciou por meio de um comunicado. Em nota, o líder religioso anunciou a sua renúncia a presidência da CEADTAM.

“Comunico-vos que, a partir desta data, de maneira irretratável estou renunciando a presidência da Convenção estadual da Assembleia de Deus tradicional do Amazonas. É ato contínuo o meu desligamento da mesma. Peço-vos perdão se não correspondi em algum momento a expectativa legítima de todos os honrados membros desta querida convenção”, destacou Gedeão Granjeiro.

Joe Biden assina lei que regulamenta armas de fogo: “Salvará vidas”

Washington, EUA – Joe Biden assinou neste sábado (25/6) a lei que visa estabelecer a regulamentação das armas de fogo, a mais importante em quase 30 anos, mas que permanece muito abaixo das aspirações do presidente americano.

“Embora essa lei não cubra tudo o que eu quero, ela inclui medidas que venho pedindo há muito tempo e que salvarão vidas”, disse o presidente na Casa Branca antes de voar para Israel e Europa.

A norma, apoiada por legisladores democratas e republicanos e aprovada pelo Congresso na sexta-feira, introduz novas restrições ao porte de armas e destina bilhões de dólares para saúde mental e segurança escolar.

A iniciativa parlamentar foi lançada após dois massacres ocorridos em maio, o de uma escola primária em Uvalde, Texas, em que morreram 21 pessoas, incluindo 19 crianças, e o de um supermercado em Buffalo, no estado de Nova York, em que 10 negros foram mortos.

O texto visa fortalecer a verificação de antecedentes criminais e psicológicos para compradores de armas de 18 a 21 anos e estabelecer um melhor controle da venda ilegal de armas e o financiamento de programas dedicados à saúde mental.

Biden também pretendia proibir fuzis de assalto. Referindo-se à dificuldade de aprovar legislação sobre um assunto tão delicado em um Congresso dividido, o presidente chamou a nova legislação de “monumental”.

A mensagem das vítimas do tiroteio, disse ele, era “‘faça alguma coisa (…), droga, faça alguma coisa’. Bem, hoje fizemos alguma coisa”. “Sei que ainda há muito trabalho a fazer e nunca vou desistir”, acrescentou.

Justiça considera abusiva dispensa de trabalhador com HIV

A concessionária de energia CPFL terá de indenizar familiares de trabalhador que faleceu de HIV. O juiz do Trabalho Carlos Eduardo Vianna Mendes, da vara do Trabalho de Botucatu/SP, considerou que a dispensa do empregado foi abusiva. Apesar de o falecido não ter ciência de sua doença, foi comprovado que apresentava sinais de estar enfermo.

Na petição inicial, o casal contou que o filho trabalhou como eletricista para a empresa entre 2018 e 2020, e que nos últimos dias de vida estava investigando a causa de sua doença. No período, o empregado comunicou ao supervisor que provavelmente teria que se afastar alguns dias para a realização de exames e tratamento, mas uns dias depois de comunicar o fato veio a ser dispensado. Para a família, a dispensa foi discriminatória pois o filho tinha HIV. O rapaz faleceu cerca de 20 dias após o seu desligamento.

A CPFL, por sua vez, alegou que desconhecia a doença do seu funcionário; que nem mesmo o empregado tinha o diagnóstico da doença e nem mesmo suspeita de uma doença grave; que o motivo da dispensa foi disciplinar, cujo processo de dispensa foi deflagrado em data anterior aos primeiros sinais da doença.

Ao analisar o caso, o juiz considerou que o único documento que atesta que o falecido possuía o vírus HIV é a certidão de óbito, vírus que o próprio sequer tinha consciência durante a relação de emprego. No entanto, considerou que houve o exercício abusivo do direito de dispensa.

“O ainda jovem trabalhador dispensado vinha apresentando visíveis sinais de estar doente. Ainda que não houvesse um diagnóstico definitivo e o próprio trabalhador fosse ele próprio reservado quanto a sua vida privada, é certo que houve um incomum e rápido emagrecimento. O procedimento de dispensa foi deflagrado no dia seguinte à apresentação de um atestado médico. Em que pese a doença inicialmente diagnosticada não tenha causado a incapacidade do trabalhador, possível presumir a necessidade de outros exames e, consequentemente, outros afastamentos, principalmente diante do quadro de flagelo pelo qual se encontrava o empregado, como se pode constatar nas fortes imagens anexadas ao processo, tiradas apenas 20 dias após a dispensa.”

O magistrado salientou, ainda, que não há nenhuma referência à conduta do trabalhador.

“Não há, assim, de acordo com as provas produzidas, a correspondência entre os motivos expostos e a existência concreta dos fatos que ensejaram a dispensa. Mesmo que não houvesse prova segura para uma dispensa por justa causa, deveriam existir elementos investigativos ou mesmo alguma denúncia por parte dos canais competentes.”

Por esses motivos, declarou a nulidade da dispensa, considerando o contrato rompido somente na data do falecimento do trabalhador. A CPFL terá de pagar aos pais do ex-empregado uma indenização no valor equivalente a 10 vezes o seu último salário contratual. Além disso, os familiares receberão valores referentes ao seguro de vida.

O escritório Delboni & Aun Advogados atuou na causa representando a família do eletricista.

O caso tramita sob segredo de justiça.

“Aborto ilegal não é questão de saúde pública”, diz secretário do Ministério da Saúde

Na próxima terça-feira (28/6), o Ministério da Saúde fará audiência pública para discutir o conteúdo das diretrizes técnicas para prevenção, avaliação e conduta de casos de aborto publicadas pela pasta no começo de junho.

A principal crítica ao documento, feito para guiar os profissionais de saúde do SUS no atendimento às mulheres, é que ele dificulta o acesso das vítimas de violência sexual ao aborto permitido por lei.

Depois de reclamações, o Ministério da Saúde decidiu fazer a audiência em formato híbrido. A lista de convidados para participar do debate ainda não está definida.

Em entrevista ao Metrópoles, o secretário de atenção primária à Saúde do Ministério da Saúde, Raphael Câmara, explica que a atualização do guia foi feita para adequar o documento às novas evidências científicas e à legislação — a última revisão de orientações tinha sido feita em 2011.

Câmara afirma que o documento é técnico e alega que quem está fazendo alarde é a mídia. “Não é comum que a população leia documentos técnicos, mas os profissionais têm que ser alertados sobre a lei vigente. Nas diretrizes anteriores, fazia-se praticamente uma descriminalização do aborto, que ia frontalmente contra a legislação”, frisa.

Após a polêmica, o secretário admite a possibilidade de editar o documento, principalmente o trecho que sugere que a interrupção da gravidez deve ser precedida de uma investigação policial.

Conhecido por suas opiniões antiaborto, o médico defende que, a depender da idade gestacional, o procedimento ideal seria um parto, a fim de que a criança fosse encaminhada para a adoção. Segundo Câmara, levar a gravidez indesejada a termo não faria diferença para a mulher vítima de violência. O secretário afirma ainda que o aborto ilegal não deve ser considerado um problema de saúde pública.

Confira a entrevista:

  • A legislação não fala em prazo para a realização do procedimento nos casos autorizados pela Justiça. Porém, as diretrizes do Ministério da Saúde estipulam o teto de 22 semanas de gestação. Os profissionais de saúde devem seguir qual recomendação?

Ao meu ver, (os profissionais de saúde) são obrigados a seguir o guia do ministério. É importante colocar que a nova diretriz nessa parte é absolutamente igual às duas diretrizes anteriores que foram, inclusive, feitas pelo governo PT, de 2005 e 2015. Do jeito que a mídia está falando, parece que foi uma recomendação nova. Estava como está hoje, 20 a 22 semanas, ou 500 gramas. Não mudamos absolutamente nada.

A lei diz para fazer a interrupção da gravidez. Passou de 20, 22 semanas, do ponto de vista jurídico, o aborto é qualquer morte dentro da barriga, mesmo que seja com 9 meses. Do ponto de vista médico, quem define é o Conselho Federal de Medicinal, do qual sou conselheiro federal pelo Rio de Janeiro. O CFM vai se reunir para definir essa conduta, porque parece que o negócio não está claro.

Já mataram bebê de 5 meses, 6 meses, agora mataram um de 7 meses, daqui a pouco vão matar de 8, 9, sei lá, vão matar bebê até fora da barriga. Cabe ao médico seguir a lei, fazer a interrupção da gravidez quando a mulher que realmente é estuprada solicitar. Mas o que nos causa espécie, que não concordamos, é ter de matar o bebê antes. Não há vantagem médica em provocar a morte do bebê. Por que fazer isso? Não tem sentido.

  • O senhor não considera que é uma questão pela saúde mental da vítima, que vai ter de carregar o bebê de um estuprador?

Não. Ninguém está falando para carregar o bebê do estuprador. Se a mulher solicitar a interrupção, ela pode ser feita a qualquer momento. Se ela quiser com 7 meses, 8 meses, ela faz. Estou falando em não matar o bebê. Uma gravidez, por exemplo, de forma genérica, de 7 meses. Há duas opções: matar o bebê na barriga e provocar a interrupção da gravidez por cesariana ou parto vaginal, ou não matar o bebê e fazer a cesariana ou parto vaginal. Para a mulher, vai dar no mesmo, o bebê vai sair da barriga dela. Para o bebê, faz toda a diferença. Em um cenário, ele é assassinado, e em outro, vai sobreviver e pode ser tranquilamente entregue para adoção.

  • O Ministério da Saúde considera o aborto uma questão de saúde pública?

Não. Depende do que você chama de saúde pública. Se você colocar qualquer agravo como questão de saúde pública, ok. Se levar para o lado mais latu sensu, a questão de saúde pública ou provoca muitas mortes ou tem muita morbidade ou provoca diversos outros problemas. Mortes por aborto ilegal não se enquadram na definição de um problema de saúde pública.

Alguns exemplos de problema de saúde pública são dengue, Covid-19, doenças cardiovasculares. Algo que provoca em torno de 20 a 30 mortes por ano no país (nota da redação: é difícil quantificar as mortes por aborto ilegal, mas o SUS registrou pelo menos 203 óbitos em 2016) não pode ser caracterizado como problema de saúde pública, levando em conta que, se o aborto fosse liberado, provocaria milhares, dezenas ou centenas de milhares de mortes de embriões e fetos — ao meu ver, isso sim é um problema de saúde pública. Essa é uma discussão técnica, que deve ser vista do ponto de vista técnico.

  • Tratar o aborto aprovado por lei como “crime, mas com excludente de ilicitude”, não acaba piorando ainda mais a situação da vítima já fragilizada e dificultando o acesso a algo que é direito assegurado pela Constituição?

Existe homicídio legal? Por que a mídia não chama o homicídio em legítima defesa de homicídio legal? É a mesma situação. A pessoa cometeu um crime, vai ser investigada, julgada, e se o juiz entender que foi legítima defesa, no final ela não vai ser punida. É um excludente de ilicitude, a pessoa comete um crime, mas aquele crime não será punido.

Na audiência pública a gente vai ter o momento para discutir isso com profundidade. Vão ser levados juristas dos dois lados. Se acharmos que depois precisa trocar qualquer coisa na redação, pode ter certeza de que vamos mudar. Não temos compromisso com erro.

  • Do jeito que está escrito, não se leva em conta que a vítima pode se sentir ainda mais coagida a não procurar o serviço que está assegurado a ela por lei?

Não concordo. Independentemente disso, o que importa é a lei.

Brad Pitt revela condição rara conhecida como cegueira facial

Brad Pitt (58) revelou que acredita sofrer com uma doença rara que impede que ele reconheça algumas pessoas familiares.

O ator contou em entrevista para a revista americana GQ, que deve ter prosopagnosia, doença conhecida como cegueira facial. O ator ainda não foi oficialmente diagnosticado com a condição médica

A condição de Pitt impede que ele reconheça alguns rostos familiares. “Ninguém acredita em mim”, desabafou na entrevista.

 

Crédito: Chapman Studio/Divulgação

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